Meu amigo Casanova
Por Láudano Sine Nauta NavisDomingo, antes do La Ville Louvre, achei num sebo de encalhes da Augusta uma tradução do Arthur Schnitzler, ainda no plástico, novinha em folha, de 1988 - época em que a Companhia das Letras ainda se “arriscava” com essas coisas. O Retorno de Casanova, tradução de Günther H. Wetzel, 115 páginas. Parece bom, até o momento, mas suspeito que a tradução está meio truncada. Acho que em homenagem ao Zweig, ao Dorst, ao Montanha Mágica Mann e aos dois Arthur, Schopenhauer e o Schnitzler, voltarei às classes de alemão. É só achar um curso no bairro e vamos ver.
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