Engraçada essa história com o Diego Casagrande. Esquisita mesmo. Ok, ele é um mala, um (adjetivo censurado), ok. Quem é do sul conhece ou já ouviu falar dele, quem não é, nem se dê o trabalho. Mas ser “condenado como Spammer” é esquisito. A newsletter que ele envia não tem intenção de vender qualquer coisa, apesar de ser não solicitada algumas vezes ou do descadastramento não funcionar, o que já diminuiria a função SPAM do email uns dez pontos… Ok, mas é não solicitada da mesma forma.
Recebo emails de empresas aqui do sul para os quais eu jamais me inscrevi ou forneci meu email, mas sei quem vendeu meu cadastro para as mesmas. Sinceramente, penso que esse tipo de coisa, sim, é que devia ser averiguada: Venda de cadastros, envio indiscriminado de malas-diretas não solicitadas e quetais. Parece que o problema com o Casagrande foi outro, e amplificado pelo fato de ele ser uma pessoa relativamente pública. Melhor nem falar muito sobre isso. Tssss.
Queria ver uma sentença dessas aplicada a uma certa rede de lojas de informática que envia emails inúteis semanalmente e nunca descadastra as pessoas, não importe o número de “Subject:REMOVE” você envie… E a matriz da mesma é a algumas quadras do mesmo tribunal que julgou este caso. Queria ver uma sentença dessas aplicada àquele sujeito que envia dez milhões de emails usando relays de provedores pequenos vendendo sabonetes de sei lá o que. Jornalista Spammer? Algo aí me cheira mal.
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