Ofício das Letras
Por Láudano Sine Nauta Navis

Um amigo meu, dos que pagam suas contas com os livros vendidos e têm romances adaptados para o cinema, sempre diz, como um mantra: Escrever é reescrever. Escrever é reescrever, escrever é reescrever. Escrever é cortar, escrever é cortar, escrever é cortar.
Estava relendo alguns posts anteriores e constatando a obesidade e quilometricidade de algumas das frases. O parágrafo de dobrar a esquina, como Quintana dizia, traduzindo alguns dos maiorais dos anos 20 e 30 para a Editôra e Livraria do Globo (ok, eu sei que editora não tem circunflexo, explique isso para o relevo em pedra na fachada do prédio ao lado da Galeria Chaves… Cortar, reescrever, cortar.
Este post era muito maior, mas resolvi seguir o conselho e cortar, cortar, cortar… Ó senhor, dai-me clareza e frases curtas para o bem da expressão… Se sobrar espaço, também, ó onipotente, dai-me um pcanywhere menos bugado e uma cadeira mais ergonômica, mas aceito um veleiro de 43 pés, se esses estiverem em falta.
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