Je Veux du Soleil
16 de dezembro de 2001
Estou ouvindo um velho Mano Negra, Je Veux du Soleil… O Manu sempre, sempre é divertido pacas… ou quase sempre, anyways. Mas hoje estou feliz, tive um fim-de-semana tão inútil quanto qualquer fim-de-semana de gente normal e ainda pude ver alguns filmes que procurava há algum tempo, levei meu caçula ao cinema ver Monstros S.A e pude dormir (!) como gente de bem: pelo menos as oito horas diárias, etc… Hoje está acabando a Bienal do Mercosul e não terei muitas saudades do que vi por lá. Mas artes plásticas é o ramo do blog da outra… ( a distie) Estou feliz por ter encontrado o Barbeiro da Sibéria (cujo título no Brasil, pra variar, foi porcamente traduzido para “Sibéria”) e ter chegado a conclusão de que mesmo fazendo filmes “ruins”, o Nikita Mikhalkov é o maior poeta - talvez o último - vivo.
“Sibéria”, pra variar, foi cortado para a versão em VHS brasileira (o “original”, no cinema, tem três horas e meia de duração) em quase uma hora, mas não se percebe cortes brutais na narrativa ou que ela tenha ficado ininteligível.
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